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sábado, 3 de janeiro de 2026

A importância da leitura e da análise do que se lê (2025)

 

         Todos os anos, faço uma retrospectiva das melhores leituras. Essa iniciativa não é a de se gabar, mas, a de inspirar. Algumas pessoas já me disseram que se iniciaram no hábito da leitura (ou a ele regressaram) ao ler as resenhas de livros que publico. Digo que também fui influenciado em tal sentido por mestres(as) que tive em toda a minha vida estudantil. Também foi assim quanto ao ato de escrever. A vida é uma troca entre gerações, apenas repasso as boas energias que recebi.

            No ano que passou, li 41 livros, mas não fui muito criterioso na escolha das leituras, em relação a autoria/continentes, assim foram as minhas leituras: Oceania: 0,0%; Ásia: 0,0%; África: 2,5%; Europa: 19,5%; América: 78%. Das leituras de obras de autores americanos, a América Latina aparece com 96,9% e a América Anglo-Saxônica com 3,1%. Quanto a leitura de obras latino-americanas por país: Brasil: 90,3% (68,3% da leitura global). Quanto a autoria/gênero das leituras realizadas: 75% sexo masculino e 25% sexo feminino. Das obras lidas, 24 (58,5%) pertenciam ao gênero de ficção e 17 (41,5%) de não ficção. A partir desta análise, desejo ler em 2026 mais obras de autores latino-americanos (além do Brasil), africanos, asiáticos e, também mais obras de mulheres.

        As dez melhores leituras foram: 1. O voo da vespa (Ken Follett); 2. Os Bórgias (Alexandre Dumas); 3. Judas, o obscuro (Thomas Hardy); 4. Becos da memória (Conceição Evaristo); 5. A falência (Julia Lopes de Almeida); 6. Dois irmãos (Milton Hatoum); 7. Lucíola (José de Alencar); 8. Guerreiros do Sol: violência e banditismo no Nordeste do Brasil (Frederico Pernambucano de Mello); 9. O Quinze (Rachel de Queiroz); 10. O mundo de ontem, autobiografia: memórias de um europeu (Stefan Zweig).

          Atribuo menções honrosas às seguintes leituras: Stonehenge (Bernard Cornwell); O guarani (José de Alencar); O seminarista (Bernardo Guimarães); São Bernardo (Graciliano Ramos); Sub terra: quadros mineiros (Lillo Baldomero); O homem que sabia javanês (Lima Barreto); Teoria Geral do Esquecimento (José Eduardo Agualusa); Crime sem castigo (Juliana Dal Piva); A reforma empresarial da educação: Nova direita, velhas ideias (Luiz Carlos de Freitas); O animal social (Elliot Aronson); Curso Livre Marx-Engels: a criação destruidora (José Paulo Netto); Noite na Taverna (Álvares de Azevedo). 2025 foi um ano turbulento, exaustivo, mesmo assim, de ótimas leituras, encerro desejando um ano novo repleto de boas leituras!

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